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Inteligência Artificial nos supermercados: como melhorar a eficiência no varejo

Tecnologias como Inteligência Artificial e os checkouts invisíveis já estão ganhando forças nas lojas físicas dos supermercados. Essas tecnologias melhoram a gestão, a eficiência e a produtividade nos pontos de venda.

Incorporação de IA no varejo físico

Em 2023, é esperado que a Inteligência Artificial (IA) desempenhe um papel cada vez mais importante no setor varejista, aprimorando procedimentos com o intuito de proporcionar maior comodidade aos clientes, por exemplo com a agilização do processo de compra e oferecendo sugestões personalizadas. 

Desde a implementação de sistemas de busca até a utilização do reconhecimento por imagem, passando pela otimização da disposição dos produtos nos supermercados e a seleção de itens para venda, a IA está se tornando cada vez mais influente no varejo.

“É uma tecnologia que ampliará sua atuação e se tornará ainda mais importante para os negócios neste ano”, aposta Krishna Motukuri, CEO da Zippin (empresa especializada em soluções de checkout invisível). Para o empresário, as lojas têm muito a ganhar com a incorporação de IA em suas rotinas, uma vez que a grande maioria das compras ainda ocorre nos pontos de venda físicos.

Vendas em lojas físicas ainda são maioria no setor

As vendas realizadas em lojas físicas nos Estados Unidos representaram 87% do faturamento total do varejo. Mesmo com o surgimento de modelos de negócios híbridos, como o “clique e retire” e o “ship from store”, as lojas continuam sendo o principal centro do comércio varejista. 

“É até natural que as inovações que apareceram durante a pandemia no varejo online migrem para as lojas físicas, pois é onde podem ter mais impacto nos negócios”, observa Motukuri. “A adoção de IA pode ser um fator chave de diferenciação, aumentando a automação dos negócios e melhorando o atendimento aos clientes”, complementa.

Tecnologia de checkouts invisíveis ganha força no varejo

De acordo com o executivo, a Inteligência Artificial (IA) pode ter um impacto significativo na “computação ambiente”, que consiste no uso de tecnologia de maneira imperceptível, porém altamente útil, no cotidiano. Os modelos de negócios sem checkouts, como o exemplo significativo das lojas da Amazon Go, têm sido bastante notados e popularizados.

O funcionamento das lojas caracterizadas por um sistema “checkout-free” consiste nos clientes entrarem na loja, pegarem os produtos desejados e saírem sem precisar passar por um caixa ou interagir com um atendente. Isso é possível graças a tecnologias como sensores de movimento, inteligência artificial e aprendizado de máquina.

As tecnologias envolvidas identificam os produtos escolhidos pelo cliente e os adicionam automaticamente a uma conta virtual, permitindo que a compra seja cobrada diretamente do cartão de crédito cadastrado na conta. Assim, proporciona uma experiência de compra rápida e conveniente, eliminando as filas.

Conforme um estudo conduzido pela RBR Research, existem lojas “checkout free” em mais de 20 países, sendo a China, os Estados Unidos e a Europa Ocidental as regiões que mais estão adotando essa tecnologia.

“A computação ambiente está pronta para se tornar cada vez mais forte no varejo, passando a ser invisível em aplicações no setor para entregar muito mais eficiência e produtividade”, completa.

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Fonte: ABRAS/SuperHiper

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