Na mídia: Reforma Tributária muda a operação dos supermercados e exige preparação além do fiscal

Quem é a Meta

A Meta Assessoria atua há mais de 30 anos ao lado de empresas que operam em escala, especialmente no varejo. Fundada por quem viveu o dia a dia do supermercado, a Meta entende que contabilidade não é apenas obrigação, é base para decisão, margem e crescimento sustentável.



    Aqui na Meta Assessoria Empresarial, nós vivemos o dia a dia do varejo supermercadista há muitos anos. Sabemos o quão complexa é a operação de vocês: são milhares de itens, um giro frenético, perdas que corroem as contas (em média 1,82% do faturamento, como mostrou a ABRAS) e margens que não perdoam o menor erro. Por isso, quando fomos procurados pelo portal O Polo para falar sobre a Reforma Tributária, nosso diretor-presidente, Vanderlei Goulart, fez questão de dar um recado muito claro: a mudança não vai ficar restrita à sala do nosso departamento fiscal.

    Nós enxergamos a tributação no Brasil se transformando, e com a transição gradual iniciada agora em 2026 e que vai até 2033, queremos que nossos clientes e parceiros se preparem estrategicamente. A adequação vai bater na porta de setores que, até então, não se preocupavam tanto com os impostos, como compras, precificação, TI e até no chão de loja.

    Segue aqui, alguns dos principais alertas que o Vanderlei deixou na reportagem e que nós, como especialistas no setor, estamos orientando nossos clientes a seguir.

    Preço não é mais só sobre custo de compra e venda

    Sabemos que a primeira preocupação do supermercadista é não perder margem. Com as novas regras, os produtos terão tratamentos diferentes, alguns com alíquota zero, como a Cesta Básica, e outros com reduções ou alíquotas cheias. Isso significa que aquela velha prática de aplicar um mesmo percentual de reajuste para todo um setor da loja não vai mais funcionar.

    Como o Vanderlei alertou: “Não basta olhar quanto o produto custa na compra e quanto é vendido. O supermercado precisa saber quanto aquela venda realmente deixa de resultado”. Para nós, o primeiro grande dever de casa é sentar e revisar os cadastros fiscais (a NCM, por exemplo). E a nossa dica de ouro é: não tente abraçar o mundo. Comece pelos produtos que mais vendem e que representam o grosso do faturamento.

    A revolução no departamento de compras

    Se tem uma área que vai ter que se aproximar muito do fiscal a partir de agora, é a área de compras. A forma de calcular os créditos tributários (com a não cumulatividade do IBS e CBS) vai interferir diretamente no custo do produto.

    Dizemos que o preço e o desconto ainda mandam, mas eles não contam a história inteira. O Vanderlei resumiu muito bem na matéria: “Duas propostas comerciais semelhantes podem produzir resultados diferentes quando todo o efeito da operação é considerado”. Ou seja, o comprador do seu supermercado vai precisar olhar além do cifrão imediato e entender como a negociação vai gerar créditos tributários lá na frente. E isso também vale para a forma como as verbas comerciais e as bonificações serão tratadas.

    A tecnologia precisa unir as pontas

    Nós vemos, na prática, que o erro de tributação muitas vezes nasce de um sistema que não conversa com o outro. Com a reforma, essa falha não será perdoada. Não basta apenas atualizar o emissor de notas. Se um iogurte for cadastrado de um jeito no nosso sistema fiscal e de outro na frente de caixa, nós teremos um problema gigante circulando por toda a loja.

    Orientamos fortemente que vocês comecem a testar as rotinas. Façam simulações de vendas, de devoluções e transferências para ver se a informação está rodando de forma redonda.

    Nosso conselho: um passo de cada vez

    Quando falamos de Reforma Tributária, a tendência é achar que tudo precisa ser resolvido para ontem. Mas, como o Vanderlei destacou, o supermercadista já lida com o caos diariamente. “A reforma não precisa ser tratada como uma mudança que acontece de uma vez”. A grande vantagem de começar agora é justamente o tempo. Nós temos tempo para errar nos testes, consertar os cadastros e alinhar a comunicação entre o fiscal, o compras e a direção.

    Nós, da Meta, estamos prontos para guiar vocês nessa jornada. A nossa missão é garantir que a tributação nunca seja uma âncora, mas sim um processo seguro que protege a competitividade e a rentabilidade de quem faz o varejo acontecer.

    Para entender ainda mais sobre os impactos que o Vanderlei apontou, convidamos vocês a lerem a reportagem completa publicada originalmente no portal O Polo: Reforma Tributária muda a operação dos supermercados e exige preparação além do fiscal.

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